SEGURANÇA ELETRÔNICA NO CONTEXTO DA SEGURANÇA PATRIMONIAL

Embora a economia não tenha alcançado o desejado por todos, o mercado da segurança eletrônica tem crescido anualmente, e foi neste sentido que a presidente da Associação Brasileira de Segurança Eletrônica – Abese, Selma Migliori declarou que a estimativa de crescimento para 2018 é de 8%, demonstrando que o mercado de segurança eletrônica tem um amplo mercado a ser explorado.

Mas será que a segurança eletrônica compete com o mercado de vigilância, tornando uma ameaça aos vigilantes bem como o setor de vigilância privada?

Primeiramente precisamos alinhar os conceitos para evitarmos mal-entendidos. Segurança Patrimonial é o ato de gerir o patrimônio de uma empresa, evitando perdas, enquanto que Vigilância Patrimonial, é a atividade exercida por profissionais, neste caso os vigilantes, com a finalidade de garantir a incolumidade física das pessoas e a integridade do patrimônio.

Assim sendo, há basicamente cinco grupos de mitigadores de riscos utilizados na Gestão da Segurança Patrimonial, analisando pela matriz SWOT, vamos ter quatro deles dentro do grupo fraquezas, que são os controles, infraestrutura, tecnologia ou segurança eletrônica, e pessoal, e um no grupo ameaças, que são os fatores externos. Para assegurar  a segurança contra as ameaças externas, como a criminalidade, a Gestão de Segurança Patrimonial necessita mitigadores, como a infraestrutura, a tecnologia ou segurança eletrônica, os controles, e o pessoal, que dentre eles estão os vigilantes. São eles quem utilizam a tecnologia ou segurança eletrônica, bem como os demais mitigadores. Eis a importância deles se manterem atualizados com a tecnologia. Na era de tecnologia, o conhecimento e sua utilização é o fator predominante para um bom profissional.

Vimos que a segurança eletrônica não compete com a vigilância, bem pelo contrário, ela é uma forte aliada para mitigar riscos, não é por menos que as empresas estão utilizando a tecnologia a seu favor, por meio dela diminuímos as perdas, melhoramos o  desempenho, diminuímos os riscos da vida dos vigilantes e otimizamos os custos.

É o exemplo da alta tecnologia como os drones, que podem ser utilizados para visualização ou rondas em locais de risco, ou de difícil acesso, assegurando uma ampla e rápida visualização, permitindo mais agilidade e assertividade nas tomadas de decisões, sem a exposição do vigilante ao risco.

Outro exemplo, é o emprego dos softwares inteligentes para identificação de suspeitos e ou atitudes suspeitas. Com sua utilização, não se limita mais na visualização de um único monitor de vídeos de cada vez, pois o software pode analisar um número incontável de imagens simultaneamente, alertando o monitor de vídeos apenas as inconsistências identificadas, permitindo a atuação do profissional somente quando ocorrer um evento, e com isso, diminui o estresse e a fadiga deste profissional.

As identificações pelo uso de biometrias, principalmente pelas digitais e faciais, tê m
otimizado o controle dos acessos em locais onde há a necessidade de controles. A rapidez no cadastramento e liberação dos usuários, nos controles dos permissionamento, bem como os registros dos acessos para consultas se tornou indispensável sua utilização.

Os sistemas de alarmes contra roubo estão cada vez mais inteligentes, e a tecnologia empregada na fabricação dos sensores tem diminuindo muito os alarmes falsos. Na maioria das vezes que ocorre um falso alarme, o principal motivo tem sido a má utilização pelo usuário, ou as especificações técnicas recomendados pelo fabricante não tenha sido observado, e não por falha da tecnologia. As empresas de monitoramento de alarmes trabalham para a satisfação dos consumidores, elas conhecem e seguem o Código de Defesa do Consumidor – Lei 8.078/90, fornecendo as melhores soluções nos projetos.

Os aplicativos – APP nos smartphones também estão sendo fortes aliados na segurança, como por exemplo o aplicativo de rondas que permite saber em tempo real a rota e o tempo das rondas, permitindo identificar os cancelamentos e ou atrasos nas rondas. Além disso, eles fornecem um check list do que o vigilante deve verificar em cada ponto de ronda permitindo registrar as ocorrências e enviar automaticamente a informação aos gestores. Outro ponto importante, é que os APP alertam instantaneamente quando uma ronda foi realizada muito rápida (os APP permitem o planejamento de tempo das rondas), o que pode demonstrar que não foi observado com a devida atenção aos fatores de riscos e ou riscos. Geram gráficos comparativos de tempo previstos versus realizado, bem como quem realizou, o dia e horário, entre tantas outras informações úteis para uma boa gestão.

Não restam dúvidas do quanto a tecnologia tem otimizado a Gestão da Segurança
Patrimonial, trazendo mais eficiência e eficácia nos resultados, diminuindo os riscos que é o objetivo principal, bem como a diminuição dos custos.

Sr. Carlos 02

AUTOR: Carlos Köhler Pós-Graduado em Segurança Privada, Graduado em Segurança Pública, MBS, CPSI, CISI, CRA, autor do livro Gestão da Segurança Patrimonial: aplicação do método PDCA e CEO do Grupo CINDAPA.

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PRIORIZAÇÃO DE AÇÕES

A criminalidade tem sido palco de grandes notícias ultimamente neste país, todos nós conhecemos ou já ouvimos falar de alguém que foi vítima, infelizmente a segurança pública não consegue dar conta, as políticas públicas e os investimentos no setor deixam muito a desejar, e o que é pior, não há perspectivas de melhoras a curto e médio prazo.

As incorporadoras são sabedoras disso, fazem altos investimentos em sistema integrado de segurança com alta tecnologia e muitos vigilantes, atraindo clientes que buscam maior segurança, contudo, até estes tem sido alvos da criminalidade. Com isso os planos de segurança são revistos e aperfeiçoados para oferecerem ainda mais segurança, e é aí que entra o desafio aos administradores de condomínios, aos síndicos, e aos condôminos, que além de terem que decidir o que fazer para mitigar os riscos, pois a há a questão da assertividade sobre quais ações trarão maior benefícios do que outros, além de ter que lidar com os conflitos gerados pelos demais membros que não concordam na priorização decidida.

As decisões sem critério podem ser muito onerosas e com pouco resultado, gerando frustação, enquanto que outras ações podem ter investimento menor com maiores resultados. Como exemplo das dúvidas sobre o que fazer por primeiro, a instalação de um sistema de câmeras, ou um posto de vigilância, a instalação de uma eclusa, ou um posto de vigilância, automatização dos acessos ou realizar um manual de procedimentos, e assim por diante, são inúmeros os tipos de mitigadores para diminuir a probabilidade e impacto sobre os riscos.

Os principais riscos em comuns (pois depende do público interno, e externo, do estado, da região, dos moradores, etc.) nos condomínios horizontais, são os sequestros, roubos de dinheiro, de joias, de smartphones, tablets e de computadores. O sequestro no Brasil diminui nos últimos anos, mais ainda nos assusta. Em condomínios, estes crimes são realizados na sua maioria, nos pórticos de acesso, residências, seguido pelo salão de festas. Além destes riscos, podemos citar vários outros como, atropelamento, afogamento, incapazes sem supervisão, perda de licença de operação do condomínio, e assim por diante.

A ajuda de um profissional Especialista em Segurança Privada é uma forma inteligente para a realização de Plano de Segurança. Nele terão elementos de identificação dos riscos, dos fatores de riscos, matriz de suportabilidade que identifica os graus de probabilidade e impacto de cada risco, auxiliando na escolha de mitigadores e suas priorizações, ou seja, quais mitigadores devem ser implementados por primeiro que trarão maiores resultados com menor esforço, caso se opte pela aquisição em partes.

Após a identificação dos riscos realiza-se a avaliação de riscos, ou seja, avaliar quais riscos tem maior probabilidade com maior impacto, até aqueles com menor probabilidade com menor impacto. Com base nestas informações haverá elementos concretos para avaliar quais riscos merecem maior atenção.

Após a identificação dos riscos e a avaliação dos riscos, é realizado a identificação dos fatores de riscos, que consiste na identificação de mitigadores que podem ajudar na diminuição das probabilidades de o risco ocorrer, e podem ter as seguintes classificações:

  1. Controles

Ex.: Plano de segurança, manual de procedimentos, plano de rondas, etc.

  1. Infraestrutura

Ex.: Muro, alambrados, iluminação, eclusas, guarita, iluminação, etc.

  1. Tecnologia

Ex.: Câmeras, alarmes, automatização de controles de acessos, etc.

  1. Pessoal

Ex.: Vigilância, porteiros, etc.

Definido os mitigadores, e considerando que a decisão de aquisições será em etapas, há a necessidade de definir quais mitigadores tem maior eficácia sobre os outros, ou seja, quais terão melhor custo/benefício sobre os demais. Uma Matriz de Priorização de Ações é uma das maneiras para afastar os achismos, sair da subjetividade e evitando longas discussões acaloradas. Neste sentido, Brasiliano (Antônio Celso Ribeiro) ensina a utilizar esta matriz para auxiliar na identificação das ações que terão menor ou maior esforço, e as que terão menor e maior benefício:

A Matriz de Priorização de Ações é composta por dois macros critérios:

  1. Esforço de Implementação
  2. Benefício Estimado

No Esforço de Implementação consideramos três critérios:

  1. Custo
  2. Tempo
  3. Autonomia

Já no macro critério Benefício Estimando considera-se os seguintes critérios:

  1. Impacto no contexto (percepção)
  2. Probabilidade de dar certo
  3. Eficácia operacional (motricidade)

Vejamos um exemplo de como uma Matriz de Priorização das Ações pode ser de ajuda para a tomada de decisão. Citamos um exemplo de um condomínio que já possui sistema de segurança, incluindo vigilância, e que foi decidido contratar mais um posto de vigilância 24 horas, construção de eclusa, e a criação de um manual de procedimentos.

01

Na tabela acima vimos os campos de esforço de implementação e do benefício estimado, gerando uma nota/peso.

A tabela abaixo mostra de forma mais clara o resultado desta nota/peso:

02

Percebemos que a contratação de vigilância 24 horas requer um esforço alto, com médio benefício, enquanto que a realização de um manual de procedimentos tem um esforço baixo, com alto benefício, e assim por diante. Assim sendo a realização de um Manual de Procedimentos deve ser realizado antes que a contratação de um posto de vigilância 24 horas, pois terá menor esforço com benefício maior.

Assim sendo, uma planilha de priorização de ações diminui os erros, auxiliando na assertividade das decisões, otimizando de maneira inteligente os recursos, gerando maior segurança, que é o objetivo principal.

 

AUTOR

 

Sr. Carlos 02

Carlos Köhler

Pós-Graduado em Segurança Privada, Graduado em Segurança Pública, MBS, CPSI, CISI, CRA, autor do livro Gestão da Segurança Patrimonial: aplicação do método PDCA, e CEO do Grupo CINDAPA.

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ESTUDO DAS TERMINOLOGIAS: VIGILANTE E VIGIA

São muito comuns, no meio dos profissionais de segurança patrimonial privada, as divergências no entendimento dos termos vigilante e vigia. Alguns defendem a ideia de que ambas as terminologias apresentam a mesma significação, como se fossem expressões sinonímicas, e outros postulam que há uma distinção: vigilante é o termo utilizado para se referir aos profissionais que desempenham as funções descritas no Art. 10 da lei nº 7.102, de 20 de junho de 1983, enquanto vigia refere-se ao profissional que desempenha funções de porteiro.

O dicionário Aurélio define o termo vigia como “ato ou efeito de vigiar”, vigiar (Do latim vigilare) como “observar atentamente”, informando que vigiar é um verbo transitivo direto, e vigilante (Do latim vigilante) como aquele “que vigia”. Assim sendo, o termo vigia é uma função, e vigilante é aquele que desempenha as funções de vigia, pela ação de vigiar.

O Código Brasileiro de Ocupações – CBO do Ministério do Trabalho – MT esclarece o termo vigilante na família número 5173: “Vigilantes e guardas de segurança”, descrevendo as funções dessa atividade, como:

Vigiam dependências e áreas públicas e privadas com a finalidade de prevenir, controlar e combater delitos como porte ilícito de armas e munições e outras irregularidades; zelam pela segurança das pessoas, do patrimônio e pelo cumprimento das leis e regulamentos; recepcionam e controlam a movimentação de pessoas em áreas de acesso livre e restrito; fiscalizam pessoas, cargas e patrimônio; escoltam pessoas e mercadorias. Controlam objetos e cargas; vigiam parques e reservas florestais, combatendo inclusive focos de incêndio; vigiam presos. Comunicam-se via rádio ou telefone e prestam informações ao público e aos órgãos competentes”. (grifo meu).

Assim sendo, o termo vigiar, aqui descrito pelo Ministério do Trabalho – MT, tem tido o mesmo entendimento encontrado no dicionário Aurélio., pois ambos entendem que a finalidade principal de vigiar é cuidar da integridade da vida e de bens.

O CBO descreve também as funções de “vigia/porteiro” na classe 5174:

“Recepcionam e orientam visitantes e hóspedes. Zelam pela guarda do patrimônio observando o comportamento e movimentação de pessoas para prevenir perdas, evitar incêndios, acidentes e outras anormalidades. Controlam o fluxo de pessoas e veículos identificando-os e encaminhando-os aos locais desejados…”. (grifo meu).

Assim sendo, para efeitos do Código Brasileiro de Ocupações – CBO, os termos vigia, guarda e vigilante têm o mesmo sentido, que é o de zelar pelo patrimônio de pessoas e ou de bens.

No entanto, no inciso I do parágrafo 3° do artigo 1° da Portaria nº 3.233/2012-DG/DPF, de 10 de dezembro de 2012, assim se descrevem as duas funções básicas da atividade de vigilância:

“§ 3°  São consideradas atividades de segurança privada:

I – vigilância patrimonial: atividade exercida em eventos sociais e dentro de estabelecimentos, urbanos ou rurais, públicos ou privados, com a finalidade de garantir a incolumidade física das pessoas e a integridade do patrimônio”; (o grifo meu)

Percebemos que a finalidade do vigilante é a de zelar pelo patrimônio de pessoas e ou de bens e que, em suas atribuições, são realizadas as atividades de vigiar ou observar o patrimônio, bem como outras atividades para manter a incolumidade de pessoas e bens.

O Poder Judiciário também entende desta forma, pois os Juízes da Justiça do Trabalho defendem uma diferenciação entre “vigia” e “vigilante”, descrevendo que a função de vigilante corre perigo de vida do profissional, como vimos a seguir:

“Segundo o magistério de Valentin Carrion, ”… vigilante é o empregado contratado para proceder à vigilância patrimonial das instituições financeiras e de outros estabelecimentos, públicos ou privados”, ao passo que ”vigia é o que exerce tarefas de observação e fiscalização do local, sem os requisitos formais, estritos dos vigilantes. Seus direitos são os comuns dos trabalhadores urbanos”.

Fonte: TRT-1 – Recurso Ordinário: RO 1275000720095010511 RJ. Disponível em: https://trt-1.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/24932196/recurso-ordinario-ro-1275000720095010511-rj-trt-1

A interpretação jurífica também corrobora com a mesma linha de entendimento sobre a diferenciação dessas funções:

“ […] Tal função é definida pela doutrina e jurisprudência como sendo mais passiva do que aquela exercida pelo vigilante, esta mais caracterizada como uma função policial privada (parapolicial), de natureza tanto preventiva como repressiva, característica esta, de repressão, que não se coaduna com a atividade de “vigia”, “porteiro”, “ronda”, da qual não se exige preparação especial, tampouco que atue ou reaja contra atos de outrem contra a vida ou patrimônio de seu empregador. […] (8ª Turma. Relator o Exmo. Desembargador João Paulo Lucena. Processo n. 0020811- 39.2015.5.04.0221 RO. Publicação em 21-07-2017)”.

Percebemos que o Judiciário e o legislativo têm o mesmo entendimento quanto ao termo vigia e vigilante, ou seja, estas palavras se tornaram expressões sinonímicas,  algo bem provável porque se tornou um senso comum amplamente aceito por todos, “convencionou-se” que vigilante é aquele que desempenha as funções previstas na Lei 7.102 e Portaria 3.233, “que atue e reaja”, mas de forma ativa, enquanto que vigia é aquele que desempenha as funções de porteiro, “da qual não se exige preparação especial, tampouco que atue ou reaja contra atos de outrem contra a vida ou patrimônio de seu empregador”.

É urgente a distinção destes termos, pois, se já é confuso para os profissionais da área de segurança, é ainda mais para os demais, como os clientes que contratam estes serviços, os quais podem acabar contratando vigia, pensando que os serviços serão de vigilante. Além disso, há algumas empresas que não são especializadas em vigilância privada e que não têm autorização de funcionamento da Polícia Federal para exercerem funções de vigilância, ademais há aquelas que não estão sob a lei 7.102 e que podem induzir o cliente ao erro, fazendo acreditar que, por contratar os serviços de vigia, terão serviços de vigilância privada focados em cuidar e combater para garantir a segurança de pessoas e de patrimônio.

Cabe ressaltar que o piso salarial de vigia é menor e não incide periculosidade de 30%, como o de vigilante, o que já sinaliza para uma diferenciação das funções, algo que precisa estar claro para empresas e clientes. Outro fator que dificulta ao entendimento do cliente é o uniforme, cujas características são semelhantes: aqueles que contratam serviços de “vigia”, ao ver o colaborador fardado como um para-militar semelhante ao vigilante, acreditam se tratar de um vigilante privado.

A distinção dos termos vigia e vigilante deve ser considerada inicialmente para normatizar os serviços de vigilância privada, distinguindo dos serviços exercidos por porteiros ou recepcionistas cujas atribuições são os processos relacionados de atendimento ao público interno e externo, controlar acessos, controles de chaves, fazer cumprir normas e procedimentos e registros e comunicação de ocorrências, identificação e comunicação de riscos.

É preciso ter clareza de que os serviços de vigilância caracterizam-se pelas ações ativas em agir para zelar e proteger as pessoas e bens “que atue e reaja”, bem como para combater. Neste sentido é um requisito o treinamento em Centros de Formação de Vigilância autorizados e fiscalizados pela Polícia Federal, nos quais, entre as disciplinas ministradas, estão o uso progressivo da força, gerenciamento de crises, defesa pessoal, armamento e tiro, armas não letais, sistema nacional de segurança pública e crime organizado, noções de vigilância, primeiros socorros, combate a incêndios, entre outras. Em suma, o vigilante é treinado para identificar, mitigar e combater os riscos, enquanto que vigia/porteiro apenas identifica e comunica os riscos, além de outras atribuições, como de atendimento ao público, orientações e registros.

Uma empresa que oferta serviços de vigia pode prejudicar a comercialização dos serviços de uma empresa de vigilância privada, pois o serviço de vigia, além de ter um custo menor, não é o mesmo que o de vigilância, é mais “limitado”. Não havendo essa clareza entre esses dois serviços, pode-se incorrer na compra de um serviço que, de fato, não será ofertado, porém será de menor valor ao contratante.

Diante do exposto, não restam dúvidas de que é necessário adequar o termo “vigia” para outro termo como porteiro, ou ainda outro a ser amplamente debatido, ou normatizar estas expressões aparentemente sinonímicas, bem como realizar a atualização dos termos e funções no CBO.

Referências

BRASIL. (s.d.). LEI Nº 7.102, DE 20 DE JUNHO DE 1983. BRASIL.

BRASIL. (s.d.). MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO. Fonte: MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO: http://www.mtecbo.gov.br/cbosite/pages/pesquisas/BuscaPorTituloResultado.jsf

BRASIL. (s.d.). PORTARIA Nº 3.233/2012-DG/DPF, DE 10 DE DEZEMBRO DE 2012. BRASIL.

BRASIL. (s.d.). TRT – Recurso Ordinário: RO 1275000720095010511. Acesso em 13 de Fevereiro de 2018, disponível em TRT: https://trt-1.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/24932196/recurso-ordinario-ro-1275000720095010511-rj-trt-1

Brasil, T. R. (2017). ATIVIDADES PROFISSIONAIS DE SEGURANÇA. Revista Eletrônica: Acórdãos, Sentenças, Ementas, Artigos e Informações. Acesso em 10 de Março de 2018, disponível em file:///C:/Users/Carlos%20Kohler/Downloads/207edicao.pdf

FERREIRA, A. B. (2004). NOVO DICIONÁRIO AURÉLIO DA LINGUA PORTUGUESA. Curitiba, Paraná, Brasil: Positivo.

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IMPACTOS DO ESTATUTO DA SEGURANÇA PRIVADA NOS SERVIÇOS DE MONITORAMENTO DE SISTEMAS ELETRÔNICOS DE SEGURANÇA

O PROJETO DE LEI n° 4.238 de 2012 Institui o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras, que já foi aprovado pela câmera dos deputados vem com a proposta de atualizar a LEI 7.102 de 20 de junho de 1988, em face da necessidade da modernização à que o setor de segurança privada no Brasil passou nestes últimos anos, principalmente com relação ao regramento das atividades exercidas por empresas de tecnologia que avançou não só no Brasil, mas no mundo todo. A tecnologia tem sido aliada à segurança privada, e como a LEI 7.102 não contemplava estas atividades, deixou uma lacuna para todos os tipos de interpretações, causando uma instabilidade jurídica muito grande para as empresas deste setor.

O Art. 5° do PROJETO DE LEI n° 4.238 de 2012 explica quais são os serviços considerados de segurança privada:

“São considerados serviços de segurança privada, sem prejuízo das atribuições das Forças Armadas, dos órgãos de segurança pública e do sistema prisional:

I – vigilância patrimonial;

VI – monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança e rastreamento de numerário, bens e valores;

…”

O Art. 7° conceitua os serviços monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança:

“A prestação de serviços de monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança previstos no inciso VI ao caput do art. 5° compreende:

I – a elaboração de projeto que integre equipamentos eletrônicos utilizados em serviços de segurança privada;

II – a locação, a comercialização, a instalação e a manutenção dos equipamentos referidos no inciso I; e

III – a assistência técnica dos equipamentos eletrônicos de segurança e a inspeção técnica dos mesmos.

  • 1° A inspeção técnica referida no inciso III ao caput consiste no deslocamento de profissional desarmado ao local de origem do sinal pelo sistema eletrônico de segurança para verificação, registro e comunicação do evento à central de monitoramento”.

Assim sendo, segundo o texto acima, os serviços de monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança compreendem 06 (seis) atividades que as empresas prestadoras deste tipo de serviço DEVEM realizar, são eles:

  • Elaboração de projeto;
  • Fornecimento dos equipamentos;
  • Instalação dos equipamentos;
  • Manutenção dos equipamentos;
  • Assistência técnica para suporte à utilização dos equipamentos e
  • Inspeção técnica.

Estas descrições do texto não retratam tecnicamente com a realidade, pois monitoramento é uma coisa e as demais atividades são outras, além disso, o serviço de monitoramento é uma atividade que pode ser realizada por uma determinada empresa, e as seis (06) funções descritas podem ser realizadas por outras empresas. Para corroborar, a definição do termo monitoramento, Monitoração e Monitorar, segundo o dicionário Aurélio é:

Monitoramento: Monitoração.

                Monitoração: Ato ou efeito de monitorar, monitoramento.

                Monitorar: Acompanhar e avaliar (dados fornecidos por aparelhos).”

Assim sendo, “monitoramento” é a ação ou efeito de monitorar, aqui no caso, os equipamentos eletrônicos de segurança, instalados no local ou origem onde estão instalados os equipamentos de sistemas eletrônicos de segurança. Já os serviços de elaboração de projeto, fornecimento dos equipamentos, instalação dos equipamentos, manutenção dos equipamentos, assistência técnica para suporte à utilização dos equipamentos podem ser realizados por outra empresa que não seja a de monitoração de equipamentos eletrônicos de segurança.

Monitoramento de Sistemas Eletrônicos de Segurança é a atividade de monitorar os sinais oriundos de equipamentos instalados, que podem ser os equipamentos de alarmes contra roubo; além disso podemos considerar o monitoramento das imagens, que por sua vez, recebe o termo específico vídeo monitoramento, mas ainda é a ação de monitoração de equipamentos eletrônicos de segurança como as imagens oriundas de câmeras; temos também os sinais de rastreadores via GPS, como os rastreadores de numerário, bens (veículos, cargas) e valores. Entende-se no referido projeto de LEI, que monitoramento é o termo amplo de atividades de monitorar sinais oriundos de: sinais de alarmes, imagens, e rastreadores – GPS.

O Capítulo III do art. 24 esclarece que as empresas que comercializam de forma isolada os equipamentos eletrônicos de segurança, ou seja, sem a realização de monitoração não estão sujeitas nesta legislação:

Empresa de monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança privada é aquela constituída para prestar os serviços constantes do inciso VI ao caput do art. 5°, exceto quanto a comercialização isolada de produtos relacionados a esses serviços.

Parágrafo único: As empresas referidas no caput poderão realizar o monitoramento remoto de quaisquer estabelecimentos, especialmente dos locais definidos nos incisos II a V ao caput do art. 5°, sem prejuízo da atuação das empresas de serviços de segurança”.

As empresas que apenas comercializam de forma isolada os equipamentos eletrônicos de segurança não estão sujeitas à estas regras, portanto, não são consideradas Empresa de Monitoramento de Sistemas Eletrônicos de Segurança Privada.

O presente PROJETO DE LEI avançou muito por regulamentar as atividades de monitoramento, e esclarecer que as empresas que prestam serviços de projetos, locação, comercialização, instalação, manutenção, e assistência técnica, cujo fim não é o de monitoramento não estão sujeitas a esta lei, no entanto, sugerimos a revisão de redação no texto no art. 7° que descreve as atividades de Monitoramento de Sistemas Eletrônicos de Segurança, como:

SUGESTÃO DE REDAÇÃO:

Art. “X”° A prestação de serviço de monitoramento de sistemas eletrônicos de segurança previsto no inciso VI ao caput do art. 5° compreende:

I – o monitoramento dos sinais oriundos de equipamentos de alarmes contra roubo, e ou;

II – o monitoramento de imagens, ou vídeo monitoramento oriundos de sistemas de imagens, e ou;

III – o monitoramento de sinais de rastreadores, e ou;

IV – a inspeção técnica a que se refere ao inciso I.

  • 1° A inspeção técnica referida no inciso IV ao caput consiste no deslocamento de profissional desarmado ao local de origem do sinal enviado pelo sistema eletrônico de segurança para verificação, registro e comunicação do evento à central de monitoramento.

Art. “XX°” As empresas que prestam serviços de projetos, locação, comercialização, instalação, manutenção, e assistência técnica, que não prestam serviços descritos do art. “X°”, não estão sujeitas a esta lei.

Desta forma fica mais claro quais são as atividades de monitoramento, bem como as atividades das empresas que não estão sujeitas à esta LEI.

AUTOR

Carlos Köhler

Graduado em Segurança Pública, Pós Graduando em Segurança Privada, CEO do Grupo CINDAPA, CPSI, CISI, MBS e CRA.

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ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E ACESSOS À PROPRIEDADE PRIVADA

Este artigo tem por objetivo esclarecer os poderes da Administração Pública, suas atribuições segundo o ordenamento jurídico da nação, e de que forma afetam as atividades do controle de acesso às empresas privadas, condomínios residenciais, comerciais e industriais.

À Administração Pública foi concedida o Poder de Polícia conforme consta no Art. 78, da LEI N° 5.172, de 25 de outubro 1966, do Código Tributário Nacional, que assim reza:

“Considera-se poder de polícia atividade da administração pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, à higiene, à ordem, aos costumes, à disciplina da produção e do mercado, ao exercício de atividades econômicas dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, à tranquilidade pública ou ao respeito à propriedade e aos direitos individuais ou coletivos”.

Conforme Meirelles (2012, p. 137) Poder de Polícia, “é a faculdade de que dispõe a Administração Pública para condicionar e restringir o uso e gozo de bens, atividades e direitos individuais, em benefício da coletividade ou do próprio Estado”.

Conforme vimos, o Poder de Polícia é uma atividade administrativa, de acordo a sua competência de atuação, que atua em benefício da coletividade, portanto é concedido poderes para que seja usufruída por todos. A organização do exercício de sua atividade é realizada em quatro fases denominadas de Fases do Exercício de Poder de Polícia, que são:

  • Ordem de Polícia;
  • Consentimento de Polícia;
  • Fiscalização de Polícia; e
  • Sanção de Polícia.

Não podemos confundir Poder de Polícia e Segurança Pública, pois a primeira como já vimos, é atribuição da Administração Pública, já a segunda é de competências dos Órgãos Policiais conforme previsto no Art. 144 da CRFB.

O artigo 144 da CRFB, descreve quais os órgãos e atribuições de Segurança Pública institucionalizados:

 A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos:

        I –  polícia federal;

        II –  polícia rodoviária federal;

        III –  polícia ferroviária federal;

        IV –  polícias civis;

        V –  polícias militares e corpos de bombeiros militares”.

[…]

  • 8º Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens, serviços e instalações, conforme dispuser a lei”.

O Ciclo de Completo de Polícia que são realizados pela Segurança Pública tem 03 (três) estágios:

  • Fase da Normalidade;
  • Fase da Anormalidade; e
  • Fase da Investigação.

Assim sendo, os órgãos da Administração Pública nas suas atribuições dentro das fases de Polícia, e principalmente na fase de fiscalização, possuem competência para adentrar nas empresas privadas e nos condomínios para exercerem suas atividades como a de fiscalização, assim como os órgãos de Segurança Pública também possuem o mesmo direito de acesso no desempenho de suas funções.

Outra situação importante a saber é quando algum órgão de Segurança Pública ou qualquer outro órgão ou pessoa que está no desempenho ou auxílio em situações de risco iminente, de calamidade pública, ou em situações de desastre, tem seu acesso liberado, mediante a identificação da necessidade acima citada, pois segundo o artigo 18 da LEI N° 12.608, de 10 de Abril de 2012.

O que compete às portarias é a permissão de acesso dos órgãos da Administração Pública e dos órgãos de Segurança Pública de acordo com a classificação de acesso das empresas privadas e dos condomínios mediante as seguintes regras:

  • Identificação do funcionário público, mediante as seguintes comprovações:
    1. Documento comprobatório do motivo de seu acesso expedido pelo órgão da Administração Pública;
    2. Identificação funcional do órgão da Administração Pública; e
    3. Documento de identificação com foto.
  • Comunicação ao responsável no caso de empresa, ao morador, zelador, administrador, e ou síndico, no caso de condomínios, sobre a presença e acesso do funcionário da Administração Pública, ou órgão Público de Segurança.

Cabe ressaltar que a permissão de acesso independerá da autorização do responsável, gestor, morador, zelador, administrador, e ou síndico.  Por isso a necessidade de identificação, comunicação e colaboração aos funcionários públicos no exercício de suas funções.

REFERÊNCIAS

 BRASIL. Artigo 114, § 8° da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988.Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm. Acesso em 14 abr. 2017.

_______.Lei Nº 5.172, de 25 de outubro 1966. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5172.htm. Acesso em 14 abr. 2017.

_______.Lei Nº 12.608, de 10 de Abril de 2012. Disponível em : http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12608.htm. Acesso em 27 jun. 2017.

_______.PEC 534/2002. http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=50573. Acesso em 14 abr. 2017.

_______.DECRETO Nº 7.257, de 4 de Agosto de 2010. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2010/Decreto/D7257.htm.  Acesso em 27 jun. 2017.

_______.DECRETO-LEI No 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del2848.htm. Acesso em 27 jun. 2017.

COLPANI, Clóvis Lopes; Sistema Nacional de Segurança: Livro didático virtual. Palhoça: Unisul Virtual, 2015.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Administrativo Brasileiro, São Paulo: Malheiros  Editores, 36° Edição, (2010, p. 134).

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GESTIÓN DE SEGURIDAD PATRIMONIAL: Aplicación del método PDCA

Hemos observado que muchos gestores de seguridad patrimonial se muestran insatisfechos con su actuación debido a la falta de inversiones en seguridad y que sólo se recuerda su rama cuando una gran pérdida ocurre.

¿Por qué ocurre? ¿No están enterados los directores de los riesgos a que está expuesta su empresa, bien como de las pérdidas que pueden ocurrir, con los consecuentes perjuicios? ¿O habrá otras razones para esa falta de inversiones en el área de seguridad patrimonial?

Es consabido que en muchas empresas no hay demasiadas preocupaciones por esta área y la razón es que hay poca oferta de profesionales calificados y con experiencia en el segmento. Es un hecho que la gran mayoría de esos profesionales no se preocupan por el resultado financiero del negocio de las empresas en las cuales trabajan, no están al tanto de cuál es el costo efectivo que su sector representa en el contexto general, ateniéndose sólo a la operación en sí misma y no a los procesos gerenciales, estando privados de las capacidades de hacer análisis gerenciales estratégicas, es decir, poseen perfiles operacionales. Corroborando estos hechos, la mayoría de las formaciones académicas del sector aún siguen ese modelo antiguo, o sea, que abordan solamente disciplinas operacionales, no presentan siquiera un mínimo de cuestión es básicas acerca de gestión de procesos administrativos y gerenciales.

En ese contexto, se hace importante situar y aclarar dónde la Gestión de Seguridad Patrimonial se sitúa en el organograma de una empresa. Apuntar cuál es su función y señalar cómo ayuda toda la organización a lograr los resultados de las metas estratégicas.

Si por una parte hay empresas que poco o ningún relieve le prestan a la seguridad patrimonial, es apropiado recordar que, por otra, las hay organizadas de modo a tener este sector específico con metas bien definidas y donde está muy bien valorado, con aporte de recursos para una excelente gestión.

El maestro en administración Profesor Falconi hace notar que el éxito en una gestión depende de tres factores: conocimiento, liderazgo y método. El método PDCA se viene utilizando por la mayoría de las empresas exitosas, con excelentes resultados. El método es simple, sin embargo pocas empresas logran aplicarlo, por la dificultad de tener un ritual.

Cuando se habla se Seguridad Patrimonial, la inteligencia en riesgos es la clave necesaria para el entendimiento y la utilización de las herramientas y metodologías del Profesor Doctor Antonio Celso Ribeiro Brasiliano son un acceso directo para quienes tengan como fin Gestión de Resultados.

La Gestión de Seguridad Profesional tiene como objetivo la reducción de pérdidas, con fin a que la empresa sea más competitiva y alcance los resultados de las metas estratégicas. Brasiliano clasifica las pérdidas en cuatro categorías: financiera, imagen, compliance y operacional. Pérdidas en cualquiera de esas categorías afectan al resultado estratégico de la empresa y de ahí la importancia del gerenciamiento de riesgos corporativos, que abarca a todos los campos de una empresa en la cual la seguridad patrimonial se insiere.

La manera práctica de utilizarse los métodos para lograr las metas de seguridad patrimonial requiere un buen planeamiento. Se recomienda iniciar por el entendimiento de las directrices, políticas, estrategias y negocios de la empresa, entre otros puntos importantes que explican el negocio, para entonces crear un organograma específico y situar la Seguridad Patrimonial en la jerarquía de la organización.  Como complemento, se hace necesario la creación de diagramas de flujo que hagan claros los procesos y subprocesos de la Seguridad Patrimonial, bien como la construcción de Procedimientos Operacionales – POP´S para que cada integrante del equipo sepa qué se espera de él, especificando cuáles son sus atribuciones. Otra acción necesaria dentro del planeamiento es la elaboración de metas para cada proceso y subproceso de todos los involucrados.

Hecho eso, es la hora de aplicar lo que fue planeado para las actividades rutinarias, seguido de la verificación de los indicadores para tener ciencia de si lo que se está realizando está de acuerdo a lo previsto. A partir de eso, siguiendo la metodología PDCA, se debe ajustar los procedimientos que no hayan alcanzado las metas, y que necesiten ajustes, ya en el planeamiento, ya en la ejecución.

A los interesados que quieran sobresalir en ese mercado que crece de forma exponencial, se recomienda las siguientes reflexiones:

¿Tiene usted listas en su planeamiento las metas estratégicas concernientes a la Gestión de Seguridad Patrimonial, bien como las metas para los niveles gerenciales y operacionales? En caso contrario, hágalo lo más rápido posible, pues sin metas claras y definidas difícilmente se lograrán los objetivos.

¿Cuál la importancia del líder para que todos los integrantes se sientan miembros de un único equipo? ¿Cómo ser un verdadero líder que motiva las personas a cumplir metas y ser felices? El líder juega un papel fundamental para el éxito de una gestión eficaz.

El libro “Gestión de Seguridad Patrimonial: aplicación del método PDCA” aborda a todos estos temas de forma simple, enseñando la utilización del método PDCA en los procesos de Gestión de Seguridad Patrimonial.

Carlos Köhler
Diplomado en Seguridad Pública, Pos Grado en Seguridad Privada, CEO del Grupo CINDAPA, CPSI, CISI, MBS y CRA.

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GESTÃO DA SEGURANÇA PATRIMONIAL: Aplicação do método PDCA

Temos observado que muitos gestores de segurança patrimonial estão insatisfeitos com sua atuação devido à falta de investimentos em segurança e que o seu setor só é visto quando alguma grande perda ocorre.

Por que isso acontece? Será que os diretores não sabem os riscos que a empresa está exposta, bem como as perdas que podem ocorrer, gerando prejuízos? Ou há outros motivos para essa “falta” de investimentos na área de segurança patrimonial?

Sabe-se que em muitas empresas não há preocupação com essa área e o motivo é que existe pouca oferta de profissionais qualificados com experiência no segmento. O fato é que a grande maioria desses profissionais não está preocupada com o resultado financeiro do negócio das empresas em que trabalham, não sabem qual é o custo efetivo que o seu setor representa no contexto geral e estão focados somente na operação em si e não nos processos gerenciais e não possuem a capacidade de fazer análises gerenciais e estratégicas, enfim, possuem perfis operacionais. Para corroborar a isso, a maioria das formações acadêmicas do setor ainda acompanham esse modelo antigo, ou seja, abordam somente disciplinas operacionais, não apresentando no mínimo questões básicas de gestão de processos administrativos e gerenciais.

Nesse contexto, é importante situar e clarificar onde a Gestão da Segurança Patrimonial se encontra no organograma de uma empresa. Destacar qual é a função dela e sinalizar como ela ajuda toda empresa alcançar os resultados das metas estratégicas.

Se por um lado, há empresas que pouco ou nada observam em relação à segurança patrimonial, vale lembrar que, por outro lado, há empresas organizadas que têm esse setor específico e com metas bem definidas e que são muito bem vistos, recebendo recursos para uma excelente gestão.

O Mestre em administração, professor Falconi enfatiza que o sucesso de uma gestão depende de três fatores: conhecimento, liderança e método. O método PDCA tem sido utilizado pela maioria das empresas de sucesso, obtendo excelentes resultados. O método é simples, porém poucas empresas conseguem aplicar, pela dificuldade em ter um ritual.

Quando se fala em Segurança Patrimonial, a inteligência em riscos é a chave necessária do conhecimento e a utilização de ferramentas e metodologias do Prof. Dr. Antônio Celso Ribeiro Brasiliano são um atalho para quem almeja uma Gestão de Resultados.

A Gestão em Segurança Patrimonial tem como objetivo a redução das perdas, para que a empresa possa ser mais competitiva e alcançar os resultados das metas estratégicas. Brasiliano classifica as perdas em quatro categorias: financeiro, imagem, “compliance” e operacional. Perdas em qualquer uma dessas categorias, afeta o resultado estratégico da empresa e por isso a importância do gerenciamento de riscos corporativos, que abrange todos os campos de uma empresa no qual a segurança patrimonial está inserida.

A maneira prática de utilização dos métodos para se alcançar as metas da Segurança Patrimonial requer um bom planejamento. Recomenda-se iniciar pelo entendimento das diretrizes, políticas, estratégias e negócios da empresa, entre outros pontos importantes que explicam o negócio, para daí criar um organograma específico e localizar a Segurança Patrimonial na hierarquia da empresa. Complementarmente, faz-se necessário a criação de fluxogramas para deixar claro os processos e subprocessos da Segurança Patrimonial, assim como a confecção de Procedimentos Operacionais – POP´S para que cada integrante da equipe saiba o que se espera dele, especificando quais são suas atribuições. Outra ação necessária dentro do planejamento é a elaboração de metas para cada processo e subprocesso de todos envolvidos.

Feito isso, é hora de aplicar o que foi planejado nas atividades de rotina, seguido pela verificação dos indicadores para sabermos se o que está sendo realizado está conforme o previsto. A partir disso, seguindo na metodologia do PDCA, devemos ajustar os procedimentos que não alcançaram as metas, e que precisam de ajustes, ou no planejamento ou na execução.

Aos interessados que queiram se destacar nesse mercado que cresce de forma exponencialmente, cabe as seguintes reflexões:

Você já tem no seu planejamento as metas estratégicas da Gestão da Segurança Patrimonial, bem como metas para os níveis gerenciais e operacionais? Se não, faça quanto antes, pois sem metas claras e definidas, dificilmente se alcançarão os objetivos.

Qual a importância do líder para que todos os integrantes sejam membros de um único time? Como ser um verdadeiro Líder que motiva as pessoas a alcançarem metas e serem felizes? O Líder tem um papel fundamental para o sucesso de uma Gestão eficaz.

O livro “GESTÃO DA SEGURANÇA PATRIMONIAL: aplicação do método PDCA”, aborda todos estes temas de forma simples, ensinando a utilização do método PDCA nos processos da Gestão de Segurança Patrimonial.

Carlos Köhler
Graduado em Segurança Pública, Pós Graduando em Segurança Privada, CEO do Grupo CINDAPA, CPSI, CISI, MBS e CRA.

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A INTELIGÊNCIA NO MUNDO COMPETITIVO

Saímos recentemente da era industrial onde as empresas se tornavam mais competitivas aquelas que tinham maior capacidade de produção no menor tempo, pois até então os produtos visam a qualidade e quase tudo era realizado de forma artesanal, com o surgimento da II Guerra Mundial o advento da tecnologia ganhou força para a produção em massa, no entanto agora estamos na era do conhecimento, o progresso tecnológico, com a rápida modernização dos computadores, nos setores eletrônicos, da  saúde, das comunicações, permitiram as rápidas mudanças que o conhecimento permite. Sabedores disso voltemos a atenção aos benefícios que a inteligência permite para as empresas serem mais competitivas.
A atividade de inteligência é a atividade para produção de conhecimentos para assessorar o processo decisório de qualquer nível organizacional de uma instituição, cuja finalidade é preencher lacunas existentes no conhecimento do usuário, com a permitindo a tomada de decisão em melhores condições, e é nesse sentido que as organizações tem se utilizado dela para possibilitar identificar as necessidades futuras, como será de útil ao usuário, e é conseguido pela observação e estudo de dados e informações, considerando as variáveis internas e externas. A geração da inteligência se dá pela forma criativa em solucionar problemas, ou diminuição de custos, trabalhos realizados, melhoria em produtos ou processos, e sendo pioneira na sua produção e disponibilização aos usuários.
Um exemplo clássico é a produção de vários softwares que facilitam o armazenamento, processamento e disponibilização das informações de forma ordenada aos usuários. Outro exemplo de inteligência competitiva foi a produção de energia eólica e energia fotovoltaica – solar, numa era onde a energia elétrica tem sido tema de muitas discussões devido a origem de produção que afeta o meio ambiente, bem com a escassez de água mundial. As empresas que usaram a inteligência, identificando a necessidade dos usuários mundiais em resolver este problema e criação de alternativas “limpas” e renováveis saíram na frente e ganharam amplamente espaço no mercado de energia. Outro exemplo de inovação no segmento da comunicação foi a criação de comunicação sobre a internet, onde o usuário não necessita realizar uma ligação telefônica, necessitando de uma operadora, e sim a comunicação por texto ou por voz pela internet como o WhatsApp, cuja tecnologia por meio da internet e de um aplicativo permitiu a aproximação das pessoas, das informações a um custo muito menor.
O futuro das organizações depende de quanto conseguirão oferecer melhores condições aos usuários, em todos os nichos de mercado, não apenas em tecnologia, que é o que prontamente pensamos, pois, melhorar e criar é inovar, e inovação pode ser desde os mais simples processos ou bens, como naqueles mais complexos e tecnológicos.
Assim sendo, percebemos que atualmente o valor é dado ao saber do ser, que a inteligência pode trazer vantagens competitivas às organizações possibilitando a sua sobrevivência e crescimento. A inteligência permite o preenchimento de lacunas existentes no conhecimento do usuário, subsidiando para a tomada de decisões, e além disso, o resultado da inteligência nas organizações tem permitido ofertar melhores condições de vida, para toda a população mundial.
FONTE:
INTELIGÊNCIA – ESTRATÉGIA DE SEGURANÇA PRIVADA. Livro Digital, Didático Unisul – Palhoça, Unisul Virtual 2013.
PORÉM, Maria Eugênia; SANTOS, Vanessa Cristina Bissoli dos, BELLUZZO, Regina Célia Baptista. Vantagem competitiva nas empresas contemporâneas: a informação e a inteligência competitiva na tomada de decisões estratégicas. INTEXTO, E-ISSN 1807-8583. Disponível em  http://seer.ufrgs.br/intexto/article/viewFile/22959/23493
LASTRES, Helena Maria Martins; ALBAGLI, Sarita; LEMOS, Cristina; LEGEY, Liz-Rejane. Desafios e Oportunidades da Era do Conhecimento. Disponível em: http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-88392002000300009
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SEGURANÇA: ALIADA OU INIMIGA DA EMPRESA

Tenho observado incontáveis reclamações de gestores de segurança patrimonial privada sobre os investimentos que as empresas fazem em segurança, segundo eles os valores são muito aquém do que deveria, daí vem a pergunta: “quanto a empresa deve investir em segurança?” Muitos respondem que quando se trata de uma vida, esta não tem preço, portanto os investimentos não devem ser subestimados, devem sempre estar em primeiro lugar, dando a entender que deve ser muito.
Vejamos o exemplo da empresa de entretenimento The Walt Disney Company, a Disney como a conhecemos, que tem como matrizes de prioridades, ou matriz de integração a Segurança, Cortesia, Show e Eficiência. Assim sendo, para todos os funcionários da Disney que se depararem com uma situação, e precisam decidir o que fazer, estas 04 (quatro) matrizes deverão nortear suas ações, ou seja, na dúvida, decida pela Segurança, Cortesia, Show e Eficiência. Podemos perceber que para empresa The Walt Disney Company, a segurança é um requisito fundamental para o seu negócio de entretenimento.
Vamos agora ao exemplo de matriz de prioridades em uma residência de um gestor de segurança que mora numa metrópole: quanto este investe em segurança? Quanto investe em alarmes, câmeras, eclusas, guaritas, muros, concertinas, vigilância, segurança pessoal para seus filhos, etc., deixa de comprar um smartphone, um novo carro, uma viagem em troca destes mitigadores acima citados?
Fiz esta analogia para refletirmos que todos sem exceção correm um certo risco, ou seja, de uma forma ou de outra, todos arriscam diariamente suas vidas e seu patrimônio, assim se dá numa empresa, partindo do pressuposto que seguem as normas de segurança contida nos requisitos legais.
Assim sendo, tanto as empresas como as pessoas, conscientes ou não, buscam o equilíbrio entre o risco e o negócio, os riscos dos bens em relação a lucratividade, e os riscos da vida sobre os prazeres e confortos da vida. Uma pessoa que pensa e age somente na segurança, não sai de casa, não se diverte, sim até porque nos locais que tem nas suas matrizes de prioridades a segurança, houveram acidentes e mortes.
Esta é uma das chaves do castelo: o equilíbrio, e compete a cada pessoa, e a cada empresa buscar este equilíbrio.
Vamos voltar a questão de quanto as empresas investem em segurança, o que deveria ser o ideal. Vamos começar pela continuidade de sua existência, e sempre na linha de que as normas sejam cumpridas, analisamos o caso das empresas que realizam investimentos iguais ou maiores que a lucratividade do negócio, vão inviabilizar a empresa, ou seja, melhor colocar o dinheiro no banco, ou realizar aplicações e ganhar seus dividendos do que continuar no negócio, sim esta empresa não achou o equilíbrio, investiu mais em segurança menosprezando a lucratividade e continuidade. Na vida pessoal ocorre o mesmo, se investir tudo na segurança, ninguém sairá de casa, não vão se divertir, não vão viajar, etc.
Esta é a questão: o equilíbrio, e o quanto nos arriscamos.
Em uma empresa não é diferente, o quanto será investido para a segurança de um determinado numerário, mercadoria, equipamentos dependerá do resultado de um estudo de análise de risco, com sua probabilidade projetiva e prospectiva, versus o impacto. A empresa decidira entre algumas opções, como: aceitar correr o risco, poderá transferir o risco, para uma seguradora por exemplo, ou poderá diminuir a probabilidade e impacto com certo valor de investimento em mitigadores, e neste caso, novamente realizamos a conta para chegar no equilíbrio.
Os gestores de todos os departamentos devem conhecer e trabalhar para alcançarem os objetivos estratégicos da empresa, definidos nas suas diretrizes, e caso não estiverem de acordo com os seus valores, ou seja, as formas de alcançar, procure outra empresa que tenha estes seus valores, simples assim, caso contrário, a insatisfação tomará conta de você e estará eternamente tentando encontrar em palestras e artigos motivacionais que despertem a chama de motivação que te deem energia para trabalhar e “lutar” neste desafio – o da segurança; não estou querendo dizer que sou contra as palestras e artigos motivacionais, longe disso, pois existem bons palestrantes e escritores, mas ficar parado e se considerando o “patinho feio”, não dá!
Não é só na segurança que isso acontece, são em todos os setores sem exceção, converse com o pessoal do marketing, da gestão de pessoas, do comercial, da logística, todos podem se sentir os “patinhos feios” quando não entendem que fazem parte de um todo, por isso devemos ter uma visão holística de toda a empresa, responda as seguintes perguntas: onde me encontro no contexto da empresa? O que a empresa espera de mim? Quais os meus objetivos e metas?  Uma meta bem definida com indicador de resultado é vital para assegurar a motivação do time de qualquer departamento em uma empresa.
Para conseguir investimentos na área de segurança, por exemplo, faça um planejamento bem estruturado baseado em fatos e números, justificando que o investimento compensará a perda, é desta forma que conseguirá a aprovação para um investimento.
Claro que existem empresários que contam somente com a sorte e que não realizam planejamento, há todos os tipos de pessoas e empresas, portanto, procure aquelas que comentei a pouco, aquelas que tem os mesmos valores que você.
A segurança sempre é e sempre será aliada da empresa, quer haja planejamento ou não, quer seja implícito ou explicito, o que o gestor precisa, é justificar com números e fatos, com um bom planejamento baseado em informações de análise projetiva e prospectiva, e com metas definidas como comentamos a pouco, este é o caminho mais curto! Quem não vai concordar em realizar um investimento de “x” valor se comprovado que a perda será maior que isso? Quando realizado o estudo desta forma, o CEO vai imediatamente perguntar “onde eu assino”?
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SEGURANÇA PÚBLICA – Rio Grande do Sul

No estado do Rio Grande do Sul, os delitos têm aumentado principalmente nos últimos cinco anos, furtos e extorsão tem sido os únicos a diminuírem, os demais como roubo, furto e roubo de veículo, homicídios, tráfico, homicídio doloso, tem aumentado, segundo os índices da Secretaria de Segurança Pública.

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Fonte: SSP – RS

O governo do estado do Rio Grande do Sul solicitou apoio da Força Nacional de Segurança após a crescente onda de homicídios, e o secretário de segurança pública do Rio Grande do Sul Wantuir Jacini, pediu exoneração no dia 25 de agosto último após uma mulher ter sido morta a tiros em frente a uma escola, no bairro Higienópolis, na Zona Norte de Porto Alegre. Segundo a Agência Brasil EBC afirmou que segundo os estudos “nos últimos cinco anos, a incidência de roubo de cargas no Brasil aumentou 48%, com um prejuízo acumulado de R$ 5 bilhões”.

Estes aumentos crescentes de perdas/prejuízos para as empresas, tem contribuído para aumento nas proteções físicas e patrimoniais, segundo a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transportes de Valores, o faturamento nominal do setor de segurança privada aumentou de 7 Bilhões em 2002 para 50 bilhões em 2015 Estimativa, devido a pesquisa ser de 2014), já a Associação das Indústrias de Segurança no Brasil (SIA), anunciou que o setor cresce, em média, 20% ao ano, a Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança – ABESE, divulgou que o setor de segurança eletrônica movimenta mais de R$ 4 bilhões/ano no Brasil e cresce mais de 10% a cada ano. Estes dados vêm demonstrando claramente que devido aos prejuízos/perdas geradas pelos aumentos dos delitos, as empresas estão investindo cada vez mais na proteção de seus patrimônios: de pessoas e dos bens.

Fonte:

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2016/08/forca-nacional-chega-porto-alegre-para-reforcar-seguranca-publica.html

http://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2016/08/secretario-de-seguranca-do-rs-deixa-cargo-apos-mulher-ser-morta-tiros.html

http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2016-08/roubo-de-cargas-aumenta-10-no-brasil-diz-pesquisa

IV Estudo do Setor da Segurança Privada da Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transportes de Valores. Edição Junho de 2014.

http://www.iscbrasil.com.br/Multimidia/Releases/Releases-do-Evento/MERCADO-DE-SEGURANCA-CRESCE-20-AO-ANO-E-ISC-BRASIL-2015-FOMENTA-O-SETOR-COM-NOVIDADES-E-TENDENCIAS-EM-AUTOMACAO/

Revista Segurança Inteligente: http://www.abese.org.br/revistasegurancainteligente/PDF/midia-kit-Revista-SI-2014.pdf, acessado no dia 29/08/2016 às 18:32.

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